As 10 tendências que vão impactar sua vida e seus negócios em 2016

As 10 tendências que vão impactar sua vida e seus negócios em 2016

Chega o fim de ano e ficamos sempre com aquela dúvida quase angustiante: o que será que vai acontecer em 2016? O que influenciará as decisões das pessoas? Quais produtos e serviços eles vão comprar? Enfim, o que esperar do próximo ano? Com exclusividade e em primeira mão, escolhi 10 tendências importantes para que você se prepare na vida e nos negócios para o ano que está chegando.

Para quem quiser se aprofundar ainda mais, no começo de 2016 faremos um workshop sobre o tema no Eureka Coworking. Fique antenado em nossa fanpage!

Vamos às 10 tendências mais influentes para o próximo ano!

 

1-MENOS É MAIS

Em tempos de contenção de gastos e crise, é muito comum a volta dessa tendência. Menos consumo, tentativas de transformar desperdícios em ativos, mais consciência na hora de usar cartão de créditos. As pessoas estarão atentas às promoções e descontos verdadeiros. Fraudes e tentativas de enganar o consumidor serão expostas nas redes em poucos segundos.

 

 2-O COCOONING DE VOLTA

O lar, a família e o aconchego dos amigos serão os programas mais desejados. Enquanto na América Latina, em especial no Brasil e suas capitais, a violência nas ruas cresce, na Europa e Estados Unidos vive-se o medo do terrorismo. O encapsulamento é uma forte tendência para as capitais: os churrascos brasileiros, almoços em casa de família e amigos, encontros mais intimistas estarão mais fortes.

Bing watching ou passar horas na frente da TV vendo de uma vez só os 12 capítulos de uma série bacana com um pote de pipoca, será divertimento barato e seguro para muitas pessoas.

 

3-EMPODERAMENTO FEMININO

Em 2015 vimos muitas manifestações sobre empoderamento feminino: mulheres resgatando seu poder individual tomaram as ruas, redes e todo tipo de comunicação midiática. O empoderamento feminino é também um desafio às relações patriarcais, em relação ao poder dominante do homem e as situações de abuso e assédio que tantas mulheres já sofreram. Não é só isso: o Brasil ocupa o 85º lugar ainda em igualdade de salários com os homens. Ou seja, por sermos mulheres, somos ainda discriminadas socialmente.

A tendência cresce em 2016 e a voz dessas mulheres deve ressoar em lugares e cidades mais distantes do Brasil. Campanhas de comunicação, relações trabalhistas e marcas terão que se atualizar para atender a essas mulheres mais fortes e confiantes.

 

4-BABY BOOMERS REBELDES – Os nascidos de 1946 a 1964

Muitos executivos acima de 50 anos, cansados e alguns com problemas de saúde. É nesse momento que alguns desses profissionais decidem que está na hora de mudar de vida. Muitos estão se tornando empreendedores de sucesso, outros decidiram que é hora de voltar a estudar e fazer justamente aquilo que nunca tiveram tempo. Pode ser abrir um restaurante, comprar uma franquia, fazer um curso de barista e aprender a andar de patins, tudo que é inovador e diferente pode estar na mira dessas pessoas.

Ex-diretores, ex-gestores, ex-executivos, ou seja, com experiência e mais maduros que a geração Milênio têm sido procurados para coaching, mentoria, capacitação, conselhos e outros tipos de serviços. Os baby boomers estão com energia para se reinventar e iniciar novos empreendimentos.

 

5-SLOW DOWN – Busca de produtos e serviços que reduzam o ritmo

Detox, desconectar, slow food, slow read, slow life. Em meio a tanta pressa e correria, sentimos falta da pausa. Uma desconexão com o mundo virtual tão presente faz sentido uma vez que hoje produzimos muito mais e fazemos muitas atividades ao mesmo tempo. Se no passado era comum sentar para almoçar com nossos pais e amigos, hoje isso é raridade.

O que significa que a tendência SLOW é conciliar o ritmo estressante com pequenas pausas, seja num almoço longo (obviamente em nenhum fast food), numa viagem para um local sem rede wi-fi, uma leitura de um livro de mais de mil páginas (no papel mesmo).

Experiências em Spas, Monastérios, Eco-Lodges, Retiros. Pode ser um fim de semana no apartamento com celular, computador e TV desligados. Reduzir o ritmo não será só tendência, mas sim uma forma de equilibrar nossas vidas de malabaristas.

 

6-EXTREMISMO

O radicalismo será maior em 2016. O mundo está mudando, estamos saindo e o extremismo cresce além das fronteiras. Os debates sobre refugiados, terrorismo, religião, racismo e gêneros ficarão mais fortes. Os ânimos sobre o assunto também e isso pode trazer mais conflitos e ações radicais como consequência. Isso pode significar perda de neutralidade no consumo de serviços e produtos por conta de ideologias e opiniões extremistas.

 

7-CONSUMIDOR MAIS EXIGENTE

Rótulos errados, promoções que não são verdadeiras, descontos fajutos, ofertas falsas, histórias mentirosas… nada será perdoado. O consumidor estará mais exigente. Essa tendência que já vem se fortalecendo nos últimos anos, trará novos hábitos de consumo e comportamento. Diante de tantas ofertas de produtos e serviços ficou fácil substituir qualquer coisa. Tudo ficou comoditizado. Portanto, prometeu, tem que cumprir. Não entregou? Arrume. Ou perca consumidores, clientes e fãs.

 

8-TRANSPARÊNCIA RADICAL

Nos condomínios, no bairro, na empresa, no entorno. A prestação de contas vira exigência do consumidor cada vez mais empoderado. A informação tem que estar disponível para todo mundo e deve ser verdadeira. O encastelamento de marcas, poder público, instituições tende a ser reduzido. Por um lado, temos a própria crise de valores no Brasil, onde faltam verdadeiros líderes inspiradores. Do outro, um aumento no poder de comunicação, seja pelas redes sociais ou na própria comunidade local.

Situações como corrupção, falsas histórias de marcas, escassez de recursos como água, crimes ambientais, desrespeito com o consumidor, estarão nas redes sociais ou em manifestos de ruas.

A tendência que se apresenta é ser transparente com o consumidor, com as pessoas, com quem estiver sendo prejudicado. É hora sim de pedir desculpas e ser autêntico nas ações. Ocultar, esconder e mentir será cada vez mais difícil e mal visto.

 

9-A MELHOR IDADE  

O brasileiro está envelhecendo e nossa base da pirâmide não será de apenas jovens. Com menos filhos e mais longevidade, o brasileiro acima de 50 anos será um grande filão econômico para vários setores. O mercado ainda não oferta marcas específicas para essas pessoas. Falta desde comida a entretenimento que se adeque as essas pessoas.

Uma pessoa com 50 anos nas capitais brasileiras, tem um comportamento e modo de vida completamente diferente de seus pais. Hoje ele estuda, trabalha e gosta das mesmas coisas que seu neto ou filho.

Em 2016 veremos cada vez mais essa mistura de juvenilização com estetização das pessoas com mais de 50 anos. Um importante filão econômico ainda inexplorado no Brasil.

 

10-CRESCIMENTO DA ECONOMIA COMPARTILHADA OU COLABORATIVA

A economia colaborativa ou compartilhada se expande. O costume de alugar suas casas, carros, para outras pessoas com o objetivo de conseguir outra renda vai aumentar cada vez mais, também por ser mais barato para quem loca. Além disso, trocas de objetos, empréstimos de utensílios e ferramentas, colaboração para causas. Aqui no bairro temos várias iniciativas, entre elas a página da Chácara Klabin e o grupo CHK Colaborativa. Os bairros tenderão a se organizar e criar seus próprios núcleos e regras de convivência trazendo novas oportunidades para demonstrações de cidadania e também de ampliação de negócios localizados.

Detectou mais tendências, está observando mais movimentos, quer colaborar? Mande um email para [email protected]. Será muito bom compartilhar sua opinião!

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